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.: Metalúrgicos dizem NÃO aos patrões em Santa Rita do Sapucaí

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Os trabalhadores metalúrgicos em Santa Rita do Sapucaí intensificaram a mobilização empresa por empresa desde o último dia 22 de outubro, decidindo um sonoro NÃO à contraproposta patronal à categoria para a Convenção Coletiva de Trabalho..

Os patrões tentaram qualificar sua contraproposta oferecida em 21 de outubro como “final”, revoltando os trabalhadores com a forma de pressão exercida pelo Sindvel, que representa as empresas nas negociações.

O SINDVAS e os trabalhadores reivindicam um reajuste do piso salarial de R$ R$ 684,80 para R$ 801,20, em empresas até 120 trabalhadores, mas os patrões oferecem apenas R$ 754,48.

Para as empresas com mais de 120 trabalhadores, a categoria busca um reajuste de R$ 749,00 para R$ 876,33 e novamente os patrões estacionam em apenas R$ 800,38.

Já para os trabalhadores que recebem salários acima do piso, a reivindicação da categoria é por um reajuste de 10%. Em algumas empresas onde o SINDVAS negocia em separado houve avanço neste reajuste de 10%, o que demonstra ser perfeitamente possível o atendimento deste percentual pelo Sindvel na mesa de negociações da Convenção Coletiva.

A presidenta do SINDVAS, Maria Rosângela Lopes, garante que “a mobilização dos trabalhadores está em ritmo crescente, principalmente pela revolta da categoria contra  atitudes truculentas de intimidar nossa luta”. Na Hitashi Kokusai Linear, os trabalhadores aplaudiram a decisão da assembleia em rejeitar a contraproposta  patronal, mas foram surpreendidos pela presença da polícia militar, que foi chamada ao local.  “Disseram que estávamos colocando fogo na empresa” comentou Maria Rosângela Lopes depois de conversar com o policial que foi até a porta da empresa e verificou que a ligação era de uma denúncia infundada.

Os trabalhadores da Hitashi Kokusai Linear aprovaram a presença do SINDVAS, aplaudiram a assembleia e rejeição da contraproposta da patronal, porém alguns diretores e pessoas que estavam na assembleia ligaram para a Polícia Militar.

“Disseram que estávamos colocando fogo na empresa” comentou Maria Rosângela Lopes depois de conversar com o policial que foi até a porta da empresa e verificou que a ligação era de uma denúncia infundada.


          

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