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Partido Nacional dos Trabalhadores

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.: Fiemg dificulta a Convenção Coletiva e mantém proposta já recusada

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A Femetalminas, demais federações e sindicatos que participam da campanha salarial unificada 2013 reuniram-se na manhã de 15 de outubro com a direção da Fiemg, na expectativa de que a direção patronal apresentasse nova contraproposta, sobretudo agora que foi divulgado o INPC de 5,86%, referente à inflação dos 12 últimos meses.

A Fiemg, no entanto, manteve posição totalmente inflexível e manteve a mesma proposta apresentada anteriormente, ou seja, reajustes que variam de 5,4% (empresas até 50 empregados)  a 5,9% (empresas com mais de 50 empregados), ou R$ 314,06  fixos para salários até R$ 5.816,00 (até 50 empregados)  e R$ 343,14  (empresas acima de 30 empregados).  O salário de ingresso contraproposto pelos patrões continua ainda muito baixo, variando de R$ 761,20, desde a primeira faixa de empresas com 50 empregados até 825,00 nas demais acima de 1.000 empregados.

Os patrões endurecem o diálogo e tentam impor em todo o Estado cláusula de “banco de horas”, chegando inclusive a afirmar que teria um novo índice de reajuste salarial se esta cláusula viesse a ser aceita.

Os dirigentes sindicais protestaram contra esta postura patronal, lembrando inclusive acordos coletivos fechados pelos metalúrgicos em São Paulo, além de bancários, trabalhadores nos correios e outras categorias, obtendo ganho real de salários.

Nova reunião está agendada entre as federações e a Fiemg para o próximo dia 25, mas os trabalhadores estão sendo convocados a uma mobilização intensa para defendermos um acordo coletivo que respeite o direito, a importância e a responsabilidade de nossa atividade.

A Femetalminas deixa todos os sindicatos de prontidão para movimentos de força que devem acontecer em todo o Estado, fortalecendo a campanha salarial unificada, de forma a quebrar a pressão patronal para estabelecer um nível perverso de arrocho nos salários.


          

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