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.: Vendas de aços planos sobem 20,6% em fevereiro, informa instituto

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Com um resultado melhor que o esperado, os distribuidores de aços planos continuaram a se recuperar no mês passado, mostram dados divulgados nesta terça-feira pelo Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda). Segundo a entidade, as vendas subiram 20,6% em fevereiro, na comparação com igual período anterior, para 259,8 mil toneladas.

Por outro lado, as compras demonstraram avanço de 16% sobre essa mesma base de comparação, para 257,8 mil toneladas.

Em relação ao desempenho observado em janeiro, porém, houve queda de 8,5% nas vendas e aumento menos intenso, de 2,4%, nas compras de aço. Essa variação ficou melhor do que o próprio Inda esperava, de acordo com a divulgação de janeiro, quando revelou projeções de recuo de 15% nos dois casos.

Os números do Inda mostram também que as importações totalizaram 60,9 mil toneladas durante fevereiro, ou 2,4% acima da marca de um ano antes. Na comparação com janeiro, houve forte queda de 48,5%.

Esses números reduziram o volume de estoques da rede associada à entidade em 0,2%, sobre o patamar do mês imediatamente anterior, chegando a 866,5 mil toneladas. O giro dessa quantidade representa 3,3 meses de atividade, segundo o instituto.

Para março, a previsão do Inda é de alta de 9% tanto nas vendas quanto nas compras de aços planos, em relação ao nível apresentado em fevereiro.

Consumo aparente

Com um avanço muito maior das entregas nacionais do que das compras do exterior, o consumo aparente de aços planos medido pelo Inda foi de 772,2 mil toneladas em fevereiro, alta de 15,2% sobre o mesmo mês do ano passado.

Para o presidente da entidade, Carlos Loureiro, o mercado interno está demonstrando mais força do que as expectativas iniciais.

A partir de março, Loureiro acredita que a importação deve dar um salto. Os embarques da China subiram consideravelmente desde o fim do ano passado, mas até agora não chegaram ao Brasil. Especialmente os aços galvanizados têm chance grande de entrar em maior volume no país, segundo ele.

Atualmente, os produtos galvanizados nacionais chegam a estar até 12% mais caros do que os importados chineses, o que, apesar de estar próximo de um prêmio considerado sustentável pelo mercado, já começa a estimular a busca por estrangeiros.


          

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