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.: Superintendente do trabalho garante ampliar fiscalização de empresas

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“A fiscalização de irregularidades na segurança e saúde no trabalho será feita com rigor.” A afirmação feita pelo superintendente do Trabalho e Emprego de Minas Gerais – SRTE-MG, Heli Siqueira de Azevedo, pode estar revigorando e investindo em uma parceria com o mundo sindical para denunciar e apurar irregularidades cometidas nas relações de trabalho pelas empresas.

O superintendente participou de reunião, no dia 6 de fevereiro, na Femetalminas com todos os sindicatos de metalúrgicos filiados à entidade e garantiu uma gestão totalmente desburocratizada para que a SRTE-MG possa cumprir seus objetivos determinados pelo Ministério do Trabalho e Emprego.  Heli Siqueira lembrou reunião recente realizada na Superintendência com dirigentes sindicais, entre os quais a presidenta da Femetalminas, Maria Rosângela Lopes, e os diretores Paulo Cezar dos Santos e Robson Pereira Brito, em que foram dados passos importantes para restabelecer o funcionamento da Comissão Estadual de Benzeno e proteger os trabalhadores contra os malefícios da contaminação dos trabalhadores. Afirmou que SRTE-MG já toma as providências para adquirir os equipamentos necessários para a fiscalização de níveis de contaminação, além de aparelhar melhor a estrutura para a fiscalização nas empresas.

O superintendente estimula eventos que aprofundem a discussão do trabalho decente em nosso Estado e cobrou a apoio e ações do movimento sindical nas denúncias formais de irregularidades que devem ser apuradas pela fiscalização. “É necessário que recebamos informações concretas, fotos de condições adversas que podem ser feitas mesmo por celulares; o trabalhador deve nos ajudar no processo de fiscalização”, afirmou Heli Siqueira.

Um dos principais campos de atuação da fiscalização vem sendo contra a exploração do trabalho infantil e contra o trabalho escravo, que promovam as condições do Brasil como país emergente e que coíba os crimes nas relações do trabalho. “Não podemos admitir que trabalhadores sofram por doenças ocupacionais e venham ao óbito por causa de negligência”, afirma Heli. Lembra inclusive as ações que vem sendo tomadas pela Previdência que tem ganhado ações indenizatórias contra empresas, responsabilizando-as ao pagamento de salários de aposentadoria causada por invalidez ou morte de trabalhadores, como acontece também nos processos contra irresponsavelmente fazem vítimas pela imprudência com veículos. 


          

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